Quem domina a conversa
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As declarações de Ades sobre a sustentabilidade do bem-estar econômico de anos anteriores refletem uma crítica à gestão anterior, que pode ser interpretada tanto de uma perspectiva centrista quanto de direita. A ênfase na necessidade de ajustes econômicos sugere uma abordagem mais técnica, o que pode atrair o centro. No entanto, as referências às inequidades na distribuição dos efeitos do ajuste podem ressoar com posições de esquerda.
Resumo IA
O economista Alberto Ades, convidado pelo presidente Javier Milei ao Gabinete, afirmou que o bem-estar econômico de anos anteriores na Argentina era insustentável e dependia fortemente de subsídios e transferências estatais. Ele também criticou a pressão financeira atual sobre as famílias, sugerindo que um ajuste econômico pode ser necessário para restaurar o equilíbrio fiscal, embora tenha reconhecido que isso terá impactos desiguais na população.
Suas declarações surgiram em meio a uma discussão mais ampla sobre a economia e o consumo do país.
Gerado por IA a partir da notícia original em espanhol.
El economista Alberto Ades, invitado por el presidente Javier Milei a una reunión de Gabinete a comienzos de octubre, sostuvo que parte de las dificultades de los hogares para llegar a fin de mes están relacionadas con la reducción de subsidios y otras transferencias estatales. En una publicación en X, afirmó que durante años se mantuvo un nivel de consumo superior al que la economía argentina podía financiar de manera permanente. Sus declaraciones se sumaron al debate que abrió el mandatario al cuestionar públicamente los relevamientos sobre los ingresos de las familias.
Ades afirmó que "una parte importante de aquel bienestar era, sencillamente, insostenible", al referirse a los niveles de consumo de años anteriores. Según su interpretación, los subsidios a los servicios públicos, las jubilaciones y pensiones sin aportes suficientes y otras transferencias permitieron mantener gastos superiores a los recursos disponibles. Sostuvo que esa diferencia se cubrió mediante endeudamiento, emisión monetaria y utilización de reservas internacionales.
El economista también mencionó el deterioro de la infraestructura y la falta de reposición de bienes de capital como consecuencias de la baja inversión. Para ejemplificar su planteo, comparó la situación económica con la de una familia que mantiene sus gastos mediante préstamos, utilizando sus ahorros o vendiendo propiedades. Ades describió ese nivel de consumo como "una ficción" que termina cuando se agotan los recursos utilizados para sostenerlo.
La polémica por los ingresos y las críticas de Javier Milei
Las declaraciones de Ades llegaron después de que Milei rechazara la expresión "no llegar al 20 del mes", que atribuyó al kirchnerismo. El Presidente también cuestionó en X a periodistas e investigadores que difundieron encuestas sobre las dificultades económicas de los hogares. En uno de sus mensajes, preguntó cómo podría sobrevivir una persona durante diez días sin comer ni beber, en respuesta a los planteos sobre el agotamiento de los ingresos antes de fin de mes.
Milei quiso elogiar a un economista y lo comparó con el placer que le generaba leer Playboy
Trecho original em espanhol. O conteúdo pertence a Perfil.
