Quem domina a conversa
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- 40%
- Esquerda / oposição
- 30%
- As ruas
- 30%
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El Cronista3 min de leitura

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Gusmano apresenta uma visão equilibrada e técnica sobre o mercado cambial, sem enfatizar um enfoque político específico. Ele se apoia em dados e análises econômicas para sustentar suas afirmações, o que contribui para um quadro centrado na economia em vez de uma narrativa partidária.
Resumo IA
Juan Pablo Gusmano, diretor do Banco de Valores S.A., analisou recentemente o mercado cambial e a situação econômica da Argentina. Ele afirmou que não espera um dólar descontrolado, mas sugere que o governo pode priorizar o crescimento econômico em detrimento da inflação em um futuro próximo.
Ele observou que as condições mudaram devido a fatores internacionais e a um clima eleitoral incerto que afeta o investimento.
Gerado por IA a partir da notícia original em espanhol.
El mercado cambiario continúa sin grandes sobresaltos, pero no sale del foco de los analistas. Es que, para muchos, es necesaria una suba del tipo de cambio para reactivar a determinados sectores que quedaron “estancados” hace meses.
En vísperas del año electoral, uno de los directores titulares del Banco de Valores S.A. (VALO), Juan Pablo Gusmano, dialogó con Pulso Financiero por El Cronista Stream, donde compartió su mirada al respecto
En este escenario, el banquero consideró que no habrá “sobresaltos” con el dólar de cara al entrante. Por su parte, estimó que el Gobierno podría llegar a “resignar” en menor medida la cifra de inflación para lograr una aceleración del crecimiento económico, que hoy no termina de repuntar.
A pesar de la suba del riesgo país esta semana, Gusmano espera un escenario más favorable para la Argentina a futuro. Atribuyó ese hecho puntual, entre muchas cuestiones, a los vaivenes internacionales, como la suba del precio del petróleo. “Le pega a mercados emergentes y a la Argentina también. Hay condiciones que han cambiado radicalmente”, analizó.
En ese sentido, habló de un “viento de frente” con el que se topa el país, cuando antes “era de cola”. En esa línea, se refirió al estancamiento de la actividad económica y a la prudencia de los inversores: “Con el escenario electoral incierto el año que viene, es un proceso largo que tenemos por delante, en donde obviamente nos empieza a afectar al riesgo país”, señaló.
“Nadie tiene la bola de cristal, pero mi escenario es que vamos a estar en un rango de trading, especialmente en los bonos”, consideró. “No veo grandes noticias que puedan cambiar eso, salvo que tengas algún acuerdo de Milei con los gobernadores, o si suspenden las PASO”, dijo.
Trecho original em espanhol. O conteúdo pertence a El Cronista.

Finanças · El Cronista