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O uso de frases como 'os rumores são um disparate total' e a defesa fervorosa de Caputo por parte de Milei e Menem sugerem uma posição de defesa forte do governo, alinhando-se a uma estrutura de direita. Além disso, Menem menciona que 'o governo está sob ataque', o que reforça essa percepção.
Citados do texto original em espanhol.
Resumo IA
O presidente Javier Milei reafirmou seu apoio ao ministro da Economia, Luis Caputo, em meio a rumores sobre sua saída iminente, chamando-os de "disparates". Em uma entrevista, Milei rejeitou a noção de uma recessão e afirmou que sua visão com Caputo está alinhada.
Martín Menem, presidente da Câmara dos Deputados, também defendeu Caputo e desconsiderou as críticas à sua gestão, atribuindo os rumores a tentativas de enfraquecer o governo.
Gerado por IA a partir da notícia original em espanhol.
El presidente Javier Milei tuvo que salir una vez más a confirmar en el cargo a su ministro de Economía, Luis “Toto” Caputo. Ante nuevas versiones sobre una inminente salida del funcionario, aseguró que esos rumores son “un disparate total” y repitió que con Caputo mantiene una “relación simbiótica”.
Ya anoche el presidente de la Cámara de Diputados, Martín Menem, había dicho en una entrevista televisiva que no existe ninguna posibilidad de un relevo en el Ministerio de Economía. “No hay ninguna duda en la continuidad de Toto”, sentenció Y calificó de “estupidez” a la ola de rumores sobre la suerte del funcionario.
Milei reconfirmó eso esta mañana en diálogo con Radio Mitre. Allí volvió a sostener que no existe una recesión, consideró que “no tenemos un problema de empleo” y celebró “la explosión del empleo informal”. Además, dio por descontado que será reelecto y lanzó: “Tengo 125.000 millones de dólares en la billetera para enfrentar una corrida el año que viene”.
Sobre Caputo, el mandatario desestimó que exista un enfrentamiento del ministro con la “mesa política”. “Nadie lo cuestiona”, aseguró y dijo que con su funcionario tienen “la visión perfectamente alineada”.
“En el equipo hay división de trabajo. Yo me ocupo de la gestión y de la batalla cultural. Hay una mesa que se dedica a las cuestiones políticas, pero la decisión general de gobierno es mía. O sea, nadie cuestiona a ‘Toto’ Caputo. Porque es mi política”, definió.
La versión sobre una inminente salida de Caputo volvió a circular en los últimos días luego de su ausencia en una reunión de Gabinete en la que casualmente participó el economista Alberto Ades, cuyo nombre empezó a sonar fuerte como reemplazante.
Trecho original em espanhol. O conteúdo pertence a Página/12.


Política · La Nación
