Quem domina a conversa
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Dados coletados de conversas públicas e estimados por IA. Fonte: contexto da notícia (sem dados utilizáveis do X).
La Nación3 min de leitura

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O artigo apresenta críticas de um economista que defende a necessidade de uma política monetária mais equilibrada, refletindo preocupações tanto da esquerda quanto da direita sobre a gestão econômica atual. Arriazu menciona problemas de confiança e sugere que o governo deve encontrar um equilíbrio entre a compra de divisas e a criação de crédito.
Citados do texto original em espanhol.
Resumo IA
O economista Ricardo Arriazu criticou a política monetária do governo, afirmando que contribui para o estagnamento da atividade econômica na Argentina. Durante sua apresentação na 3ª Cúpula de Seguros Argentinos, ele destacou que a compra de divisas pelo Banco Central, sem um aumento correspondente na demanda por pesos, está levando a uma contração do crédito disponível para o setor privado.
Arriazu enfatizou a necessidade de recuperar a confiança no peso e alertou sobre os efeitos negativos de um aperto monetário excessivo.
Gerado por IA a partir da notícia original em espanhol.
La política monetaria oficial no deja de sumar críticas. Son cada vez más los economistas que la consideran la principal causa del estancamiento en el que cayó la actividad económica durante los últimos cinco meses.
Esta vez, quien volvió a cuestionarla fue el economista Ricardo Arriazu, quien aclaró durante una presentación pública que respalda la compra de reservas que lleva adelante el Banco Central (BCRA), pero cuestionó que esas adquisiciones se realicen sin un aumento de la demanda de pesos y dijo que el resultado es una contracción del financiamiento disponible a los privados.
El director de Estudio Arriazu Macroanalistas lo planteó hoy durante su exposición en la 3ª Cumbre Aseguradora Argentina, que se realizó en la Bolsa de Comercio de Buenos Aires bajo el lema “Más seguros, más futuro”. Allí, el economista cercano a Javier Milei analizó las perspectivas de la economía local y las condiciones necesarias para sostener el crecimiento.
“Yo creo que tiene que comprar. La compra de divisas es un fenómeno monetario”, sostuvo, en un intento por aclarar cómo se había interpretado su postura crítica sobre la actual acumulación de reservas. Luego precisó: “El problema es que están comprando divisas cuando no subió la demanda de pesos. ¿Qué están haciendo? Destruyendo crédito interno”.
Arriazu explicó que la compra de divisas debe analizarse en función de su relación con la demanda de pesos. “Si la demanda de pesos aumenta en diez unidades y el Gobierno no emite por otras vías, esos pesos pueden incorporarse mediante la compra de divisas”, ejemplificó, antes de advertir que esa no es la situación actual, dadas las características del mecanismo utilizado y su impacto sobre el crédito.
“Yo compro divisas, estoy feliz, el Fondo está feliz, está todo el mundo feliz, pero la estoy comprando a costa de una disminución del crédito”, dijo antes de mostrar la contracción de $18 billones que resultó de la diferencia entre los vencimientos y las colocaciones de deuda del Tesoro Nacional.
Trecho original em espanhol. O conteúdo pertence a La Nación.

